Operação Desmonte

EVIDÊNCIAS SUGEREM UM DESMONTE SISTEMÁTICO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS EM EDUCAÇÃO
 
A segunda-feira 29 de março foi agitada em Brasília. Além de todas as notícias ruins com as quais o governo federal precisa lidar, seis ministérios sofreram mudança no comando.
 
O troca-troca de cadeiras no primeiro escalão federal foi apresentado como reforma ministerial, num esforço de imprimir alguma lógica sobre uma dinâmica quase fora de controle. Reformas ministeriais são comunicadas com antecedência e boas razões. Mas pelo menos dois dos ministros saintes foram pressionados pela sociedade, empresários e políticos. 
 
O ponto aqui é ressaltar a saída de Secretária Nacional de Educação Básica do MEC. Mais uma perda de alto escalão, num ministério que vem produzindo evidências sobre um possível desmonte da educação brasileira, no que ela tem de gestão em nível federal.
 
O INEP vem sendo esvaziado já há algum tempo e também acabou de perder seu presidente. Os exames de avaliação de aprendizagem correm o risco de serem descontinuados, reforçando o apagão de dados nacionais realizado pelo governo federal. Há gente trabalhando contra a BNCC e em defesa do criacionismo nas escolas, do homeschooling e da privatização da educação. O próprio ministro atual, há poucos meses, declarou ser normal os cerca de 50% de abstenção no último ENEM (um exame que já chegou a ter quase 8 milhões de participantes, teve apenas 2,5 milhões de estudantes fazendo as provas da última edição). A omissão do MEC durante todo o período de pandemia tem sido desconcertante para o Brasil e os brasileiros.
 
Aqui apenas algumas pistas que sugerem estado de alerta permanente com o aumento de perdas e a fragilização das políticas públicas no campo educacional.
 
Fique atento.
 
EVIDÊNCIAS SUGEREM UM DESMONTE SISTEMÁTICO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS EM EDUCAÇÃO
 
 
A segunda-feira 29 de março foi agitada em Brasília. Além de todas as notícias ruins com as quais o governo federal precisa lidar, seis ministérios sofreram mudança no comando.
 
O troca-troca de cadeiras no primeiro escalão federal foi apresentado como reforma ministerial, num esforço de imprimir alguma lógica sobre uma dinâmica quase fora de controle. Reformas ministeriais são comunicadas com antecedência e boas razões. Mas pelo menos dois dos ministros saintes foram pressionados pela sociedade, empresários e políticos. 
 
O ponto aqui é ressaltar a saída de Secretária Nacional de Educação Básica do MEC. Mais uma perda de alto escalão, num ministério que vem produzindo evidências sobre um possível desmonte da educação brasileira, no que ela tem de gestão em nível federal.
 
O INEP vem sendo esvaziado já há algum tempo e também acabou de perder seu presidente. Os exames de avaliação de aprendizagem correm o risco de serem descontinuados, reforçando o apagão de dados nacionais realizado pelo governo federal. Há gente trabalhando contra a BNCC e em defesa do criacionismo nas escolas, do homeschooling e da privatização da educação. 
 
O próprio ministro atual, há poucos meses, declarou ser normal os cerca de 50% de abstenção no último ENEM (um exame que já chegou a ter quase 8 milhões de participantes, teve apenas 2,5 milhões de estudantes fazendo as provas da última edição). A omissão do MEC durante todo o período de pandemia tem sido desconcertante para o Brasil e os brasileiros.
 
Aqui apenas algumas pistas que sugerem estado de alerta permanente com o aumento de perdas e a fragilização das políticas públicas no campo educacional.
 
Fique atento.
 

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